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Palavra do Presidente

 

Nesta semana, destacamos na Palavra do Presidente a visita do Detran e da Associação de Placas de Santa Catarina. Leiam a matéria abaixo.

 

                                        Juarez Borges Junior

 

 

 

 

 

“Modelo paranaense é hoje o melhor a ser seguido”, diz a presidente da Associação dos Fabricantes de Santa Catarina

 

 

 

O modelo paranaense de convênio entre o Detran e os fabricantes de placas foi destaque na última Assembleia Geral da Associação Nacional dos Fabricantes de Placas Veiculares (ANFPV), realizada no dia 31 de outubro. O presidente da Afaplacas/PR, Juarez Borges Junior, fez uma apresentação para 60 fabricantes de todo o Brasil.

Para a presidente da Associação dos Fabricantes de Santa Catarina, Andrea Lenz, “o modelo paranaense é, hoje, o melhor a ser seguido. É moderno, inovador, legalizado por meio do convênio com o Detran, favorece o negócio dos fabricantes e promove a união da classe”, afirmou.

Andrea destaca o moderno e eficiente sistema de rastreabilidade implantado há mais de um ano no Estado, com custos online e utilização de QRCode ­. “Foi uma inovação bastante grande. O Paraná foi o primeiro Estado do Brasil a usar o QRCode, indo além do que hoje é exigido por lei.”

Há poucas semanas, uma comitiva catarinense, liderada pelo diretor geral do Detran de Santa Catarina, Vanderlei Rosso, veio ao Paraná especialmente para obter detalhes do convênio e do sistema adotado. Vieram junto Andrea Lenz, o diretor jurídico da associação, Dr. Ricardo Grillo, e a gerente de registro e licenciamento do Detran Santa Catarina, Alina Zimmermann. A comitiva foi recebida pelo diretor geral do Detran PR, Marcos Traad, e pelo presidente da Afaplacas, Juarez Borges Junior.

Esta foi a primeira visita. Nas próximas semanas, técnicos de ambas as associações deverão se reunir para um maior detalhamento do processo.

Ainda que não possa ser implantado de imediato no Estado, Andrea não tem dúvida de que Santa Catarina, bem como outros estados brasileiros seriam beneficiados com o sistema paranaense. Mas, para adotá-lo, reconhece, teriam que fazer mudanças bastante profundas. “O modelo é interessantíssimo. Eu conhecia os problemas existentes anteriormente no Paraná e percebi que mudou o cenário, por isso marcamos esta visita, para conhecer as soluções adotadas. O Paraná conseguiu se ajustar por meio desse modelo, que também protege o fabricante”, ressaltou.

De acordo com a presidente da Associação de Santa Catarina, a principal condição para chegar a algo semelhante é unir a classe. “O maior inimigo do nosso negócio somos nós mesmos. Só o fato de haver desunião coloca tudo em risco”, alertou.

Santa Catarina não é o único Estado interessado no sistema paranaense. O presidente da Afaplacas, Juarez Borges Junior, adiantou que a associação também já foi procurada por representantes de Pernambuco, Piauí e Sergipe.

O interesse vem aumentando pela própria incerteza do mercado, inseguro com a premente adoção de uma placa única para o Mercosul e o impacto que isso poderá provocar nos negócios. “Com a ameaça da entrada de poderes econômicos internacionais é importante ter uma classe unida, um convênio legalmente estabelecido com o Detran e um sistema que preserve o mercado, as empresas e, ao mesmo tempo, permita a livre concorrência”, resume Borges Junior.

Em função do interesse despertado, a ANFAPV informou que deverá agendar uma nova apresentação do modelo paranaense para que associações e fabricantes de todo o Brasil possam conhecer e avaliar a possibilidade de adoção ou adequação do sistema às suas regiões.